sábado, 14 de novembro de 2015

Je suis parisien!


ABC (2009). Monumento a Marcantonio Bragadin.
Basilica di San Zanipolo, Venezia
.

O ataque militar a Paris, que foi lançado pelo Estado islâmico da Síria e do Iraque, na noite de 13 de novembro de 2015, sexta-feira, com cinco operações de comandos, que deixaram 122 mortos (além dos sete autores) e 352 feridos (99 dos quais em estado grave), constituem uma ação coordenada de guerra. Tal como no 11 de setembro de 2001, em New York (2996 mortos e mais de 6 mil feridos), ou no 11-M de 2004 em Madrid (193 mortos e 1858 feridos) - este ainda por desvendar publicamente na sua totalidade e enquadramento), não se podem considerar apenas atentados terroristas porque têm um âmbito, um alcance e um planeamento, que não são possíveis a uma célula de uma organização paramilitar.

É mais um ato de uma guerra político-religiosa do Islão contra o resto do mundo - cristãos, judeus, hindus, ateus... - que já vem pelo menos desde 2001 e que se desenrola em todo o mundo. Uma guerra que excede as bloody borders do Islão (que Samuel Huntington expôs, em 1993). Uma guerra para justificar a culpa dos outros países pelo atraso cultural e tecnológico, um combate para impor a supremacia de um rito sobre os outros (sunitas conta chiitas e vice-versa) e um levantar de armas para manter a opressão desumana das mulheres no cinturão muçulmano que aperta o globo - ver Bernard Lewis, The roots of muslim rage, The Atlantic, setembro de 1990.

A culpa deste massacre de gente inocente e desarmada é dos autores da ação militar, dos seus mandantes e dos que os apoiam. Mas há também uma responsabilidade que tem de ser politicamente imputada a quem apoiou e armou o levantamento islâmico na Líbia e na Síria. Assaca-se a George W. Bush a guerra do Iraque, mas não se assaca a Obama a desestabilização da Líbia e da Síria... Talvez, a ideia mais perigosa seja a neutralização dos valores que o multiculturalismo radical prega. O relativismo de que não se pode condenar a mutilação genital feminina, a pancada nas mulheres, a perseguição dos outros credos, o totalitarismo religioso, o nihilismo que recusa os valores próprios de um País e que os enterra ao mesmo tempo que admite a igualdade de valores desumanos noutros grupos. Quanto mais o resto do mundo abaixa as calças, mais se notam as vergonhas expostas, menos respeito o Islão bélico nos tem. Ao mesmo tempo importa manter a coesão social das nossas comunidades, integrando os muçulmanos de boa vontade nos costumes e leis dos nossos Estados em vez de criarmos guetos sociais e culturais.

Ao aceitar o oxímoro do «Islão moderado», uma religião que ainda não procedeu à exegese humanitária, com suavização da doutrina literal, e a relativizar a ameaça e as ações bélicas, o resto do mundo está a abdicar do combate político-mediático necessário à contenção do fundamentalismo. Esse combate cultural não é menos importante do que o empreendido desde a II Guerra Mundial contra o comunismo soviético, pelos EUA e seus aliados. O problema é que se tornou politicamente incorreto fazê-lo, especialmente os EUA, um país onde paradoxalmente apenas 2,8 milhões de pessoas (0,9% da população) são muçulmanas - em França, eram cerca de 4,15 milhões no ano de 1999. O aviso do Papa Bento XVI, na sua lição na Universidade de Regensburg, em 12-9-2006, sobre o perigo do Islão combatente, citando o imperador bizantino Manuel II Paleólogo durante o cerco de Constantinopla, entre 1394 e 1402:
«Mostra-me também o que trouxe de novo Maomé, e encontrarás apenas coisas más e desumanas tais como a sua norma de propagar, através da espada, a fé que pregava».

A ingenuidade perante a progressiva invasão islâmica da Europa, o crescimento da população islâmica devido à natalidade bastante mais alta dos imigrantes magrebinos e árabes, e dos seus descendentes, o exemplo do Kosovo que os sérvios perderam por razões demográficas (menos de 1% de muçulmanos no séc. XVI que cresceram até 77% em 1981), e com esta última vaga de refugiados de guerra, sírios, iraquianos, afegãos, eritreus e sudaneses, deve fazer reagir os Estados europeus relativamente à sua política de fronteiras abertas, em vez da imposição de quotas de imigração que salvaguarda a variedade de proveniências, vistos de visita, e repressão das redes de imigração ilegal. A política mudou agora? Já tinha mudado com os massacres horrendos do ISIS, mas a cor diferente da pele dos cristãos sírios não suscitava tanta preocupação social... E todavia existem milícias cristãs a combater na Síria e no Iraque, inclusivé mulheres, que não fugiram e que continuam a defender as suas comunidades.

Com desculpa da imodéstia de me citar, relembro o que aqui escrevi em 1-11-2010:

«Marcantonio Bragadin, capitão-general de Famagusta e provedor-geral do Reino de Chipre, que foi esfolado vivo pelos turcos de Lala Cara Mustafá Paxá, em Agosto de 1571. Retardado o socorro do reduto da Sereníssima República de Veneza em Chipre às forças do sultão Selim II - 6 mil venezianos contra 200 mil turcos -, enquanto se negociava e organizava a armada da Santa Liga, que sairia vitoriosa dos turcos na batalha naval de Lepanto em 7 de Outubro de 1571, Famagusta capitulava. Todavia, vendendo cara a derrota, como Bragadin prometera a Mustafá Pachá quando rejeitou render-se, respondendo ao comandante turco com a seguinte carta: 
«Senhor da Caramania Vi a sua carta. Também recebi a cabeça do senhor lugar-tenente de Nicosia [Niccolò Dandolo] e digo-lhe aqui que ainda que tenha tomado tão facilmente a cidade de Nicosia, terá de comprar com o seu próprio sangue esta cidade, que com a ajuda de Deus lhe dará tanto que fazer que se arrependerá doravante ter aqui acampado. De Famagusta, 10 de Setembro.»
(Tradução minha da tradução em inglês, publicada em SETTON, Kenneth M., The Papacy and the Levant (1204-1571), Vol. IV - The sixteenth century from Julius III to Pius V, Philadelphia, The American Philosophical Society, 1984, p. 996). 
Em 31 de Julho de 1571, após onze meses de cerco e bombardeamento pela artilharia turca, Bragadin, com munições para apenas mais um dia de combate, rendeu-se finalmente, após conselho de notáveis e mediante promessa de Mustafá Paxá de poupar as vidas dos seiscentos militares e civis que restavam na fortaleza. Uma promessa que o general turco não cumpriu. Bragadin foi imediatamente decepado das orelhas e, após dias de tortura, durante a qual recusou converter-se ao Islamismo, foi esfolado vivo, sendo a sua pele, recheada de palha e cosida, enviada para Constantinopla como troféu ao sultão. Recuperada em 1680, a pele, com o perfume da alma dentro, repousa agora num mausoléu incrustrado na parede da nave direita da Basilica di San Zanipolo (Basílica de São João e São Paulo) em Veneza.
Na peça «The Life and Death of Julies Caesar», Shakespeare, na aurora desse século XVII, sintetizava a vantagem da bravura sobre a tragédia da cobardia: «Cowards die many times before their deaths; The valiant never taste of death but once». São Paulo (I Coríntios 15:55) já havia firmado essa glória na Bíblia: "Ó morte, onde está agora a tua vitória?"».

Convém que não morramos, antes de morrer. Porque a nossa primeira morte é moral. A essa cobardia segue-se a outra. Morre quem perde a vontade de combater. Não podemos ignorar, nem recuar. Importa proteger a humanidade do fanatismo do Islão belicista. Um shahid não é um mártir: é um assassino. A jîhad ofensiva constitui um genocídio.

Deus abençoe os inocentes mortos e feridos em Paris e as suas famílias!

28 comentários:

Violência disse...

Soou a sineta para a limpeza dos porcos sujos do
ISIS/ISIL/Daesh

Anónimo disse...

A culpa é dos assassinos, sem discussão.
Contudo, também os políticos sem qualidade que a Europa tem tido nas últimas décadas. Enchem os seus países de estrangeiros que muitas vezes até odeiam os autóctones, como sucede em Portugal, e dão-lhes tratamento de favor.
Os europeus perante os estranhos, acaba sendo cidadão de segunda.
Vejam só que mais beneficia com a habitação social, o RSI, escolaridade e saúde 100% gratuita, etc. Isso é tabu nos merdia.
Ainda recentemente, o Guterres pregava a favor da invasão da Europa pelos árabes.
Uns irresponsáveis a quem ninguém vai apontar o dedo. Muitas vítimas ainda tombarão no futuro aos pés do multiculturalismo esquerdista e da cobardia direitista.
O continente onde se vivia melhor em todo o mundo, transformado num inferno.

Anónimo disse...

«As pensoes sao pagas com o dinheiro dos impostos e do emprestimos do exterior desde ha mais de 5 decadas. Portugal nunca produziu o suficiente para pagar os
direitos sociais que possui»

Alguém escreveu isto aqui neste blogue há dias. E eu acrescento: os portugueses vivem acima das suas possibilidade, vivem como não se vive fora de Portugal. Falta um Eça que descreva os vícios do povo português, especialmente no Sul do país, pois no Interior Norte ainda se vai vendo outro estilo de vida.

Na minha terra há um café a cada esquina. São 20 ou 30 cafés pela freguesia para 3000 e tal habitantes. Às sete da manhã o café central já está cheio, pois dá trabalho tomar o pequeno-almoço em casa. Muita deste gente vive do fundo de desemprego, do RSI e de ajudas da câmara e da paróquia. Nas quintas e herdades, nas estufas e armazéns, quem trabalha? Búlgaros, ucranianos, gente de fora. Até os ciganos já trabalham mais que os portugueses de gema. E há também alguns imigrantes brasileiros. Os jovens tiraram curso sem saída profissional e ficam a viver à custa dos pais eternamente. A maioria na casa dos 30 não tem filhos, e muitos do que têm filhos vivem separados, elas são mães solteiras.

A tugalhada no seu dia a dia tem hábitos de consumo irracionais. Pequeno-almoço de café, lanche no café, tardes na esplanada a falar mal, sem fazer nada de útil, de produtivo. Comida comprada em take away, pois cozinhar dá trabalho. Trocam de telemóvel desnecessariamente. Compram carros sem dinheiro e depois não se aguentam nas prestações e deixam dívidas. Abrem restaurantes, cafés, padarias e não vêm que são negócios sobredimensionados, que há excesso, e depois não se aguentam e deixam rendas em atraso e dívidas aos fornecedores, acabam fugidos para a Suíça, Alemanha ou França para pagarem as dívidas.

O tuga típico está preguiçoso, é condescendente com a vigarice e com a corrupção, tem vergonha do trabalho e não sabe gerir o dinheiro.

A câmara ajuda à festa com ofertas de excursões, concertos e convívios. A dívida é brutal. Obviamente as pessoas ficam mal habituadas e depois querem sempre mais, e o presidente para não perder votos faz as vontades. Conheço gente com dinheiro no banco que foi pedinchar ajuda para obras em casa e a câmara disse que sim. Gente que anda de café e vai buscar comida à paróquia. Gente que recusa trabalhar no campo mas que tem dívidas por todo o lado.

Os locais que trabalham e poupam, e dão ao litro, são mal vistos, são «ricos», fascistas, VIPs, dótores... a sociedade não valoriza actualmente certe valores e tudo piorou muito depois do 25 de Abril, muito mesmo. Antes os portugueses já tinham os defeitos que agora têm, mas o Regime fazia propaganda a valores que agora são desprezados, e isso ajudava muito a moderar os vícios da tugalhada. O Regime valorizava a família, Deus, o trabalho honesto, a moderação, o esforço, a poupança.

Uma sociedade onde as pessoas não têm auto-controlo, não trabalham, estoiram tudo em porcarias, não poupam, não tem futuro.

A rejeição do Cristianismo deixou um vazio que agora o Islão tentará preencher.

Anónimo disse...

Belíssimo texto. Obrigado. É preciso desmascarar a aliança global dos marxistas com o Islão com o objetivo de combater o capitalismo e destruir a Civilização Ocidental.

Anónimo disse...

Impossível não concordar com este último comentário quase na totalidade.
Mas, não é assim há mais de 5 décadas. Antes de 74 não era assim nem o Estado estava endividado. Convém lembrar, para ser rigoroso com a verdade, embora isso estrague as narrativas construídas pelos educadores do povo.
Quanto aos ciganos trabalharem mais que os portugueses, só se for nessa região. O que vou vendo é o contrário, por muito maus hábitos que se tenham instalado entre nós. E são alvo de discriminação positiva em todos os campos.
Há um quadro que permite perceber isso com muita facilidade, para quem não conhece os bairros sociais da periferia das grandes cidades, onde os portugueses mais humildes recitam o mantra " Quero tudo o que o cigano tem direito!". É ver as vilas alentejanas, todas com bairros sociais onde salta à vista os locais onde pontificam, pela degradação precoce de edifícios novos construídos com dinheiro dos contribuintes e a que as autarquias fecham os olhos muito convenientemente.
Os portugueses perderam as suas raízes, a sua matriz histórica. São quatro décadas de doutrinação. Hoje, falar de pátria quase não faz sentido para as novas gerações e é logo alvo de uivos e salivação por parte dos esquerdistas internacionalistas, apóstolos do cidadão do mundo, do multiculturalismo, mas só cá dentro e sem reciprocidades.
Um povo que nada sente pela pátria, está condenado à subserviência.
Quem não honra os antepassados nem o seu legado, o que lhe resta?

Anónimo disse...

http://www.caoquefuma.com/2015/11/je-suis-parisien.html

Anónimo disse...

"A rejeição do Cristianismo deixou um vazio que agora o Islão tentará preencher. "

Há anos que o Olavo de Carvalho vem dizendo isso. Agora já parece evidente para todos.

Anónimo disse...

muito bom o cometário do anónimo de 15 de novembro de 2015 às 08:21.
Retrato vivíssimo da nossa realidade.

Anónimo disse...

"Tal como no 11 de setembro de 2001, em New York"

Professor Balbino

O Sr. está convicto de que é verdade a versão transmitida oficialmente?

Quem fez o quê?

O Youtube e alguns livros esclarecem mais que a retórica oficial. Basta passar algumas horas a ouvir os relatos dos bombeiros sobreviventes e outros relatos de técnicos civis e militares.

Também era conveniente ter uma noção de como estavam construídos os edifícios e como é construído qualquer avião comercial, para perceber que não seria de esperar ver as asas do avião a cortar estruturas de ferro e cimento da qualidade e dimensões do que lá estava construído, como se fosse um canivete a cortar uma laranja, nem a possibilidade de originar derrocadas integrais, autênticas implosões nos edifícios, como as que todos vimos.

Então, e como explicar a implosão de um edifício longe das torres, ao fim da tarde do dia dos acontecimentos?

E como explicar que nada ou quase nada restou de um avião, também atacado por terroristas, e que caiu no solo?

E como explicar que no ataque com um avião ao quartel não tenha ficado senão um buraco redondo numa das paredes e não tenha havido marcas das asas do avião nas respectivas paredes nem rasto do avião no solo, nem destroços como a cauda, o trem de aterragem, etc.?

E como explicar que nenhum dos grandes foi atingido ou sequer beliscado em todos os pontos onde houve ataques?

Estas e muitas outras perguntas que ficaram no ar não foram cabalmente explicadas a meu ver.

Isto sou eu a pensar; mas sou um leigo na matéria.

Anónimo disse...

Ditadores extremistas, totalitários, fundamentalistas, sectários, donos da verdade, intolerantes são características de gente do estado islãmico e dos partidos comunistas.

Anónimo disse...

Entrevista do Dr. António Barreto ao "I" :...hoje em Portugal dizer que é de direita é um insulto. Dizer que alguém é de esquerda é um título de nobreza.

Reina a intolerância e o monopólio do " pensamento único" Quem pensar de maneira diferente da auto intitulada esquerda não é ninguem e não tem direito a emitir a sua opinião.

Chaimite disse...

Comecem a organizarem-se senão estamos f....ninguém nos vale.Uns já começaram outros estão a começar.
A tempestade perfeita está aí:
-Portugal esfrangalhado com politicús miseraveis e vendidos
-A Europa idem aspas com as teses napoleonicas a reinar e com organizações que pretendem acabar com o Cristianismo e com as Raças Brancas
-a espanha em dissulução rapida que pode acabar e arrastar-nos para uma posição complicada
-o perigo islamico milenar que desta vez não está só ás portas como também dentro delas...
Ás armas meus Amigos....

Chaimite disse...

Leia-se dissolução rápida e acabar da pior maneira...:)

Anónimo disse...

Mesmo que as teorias da conspiração sobre o 11 de Setembro fossem reais, o Islão da espada continuaria também a ser real, pois é uma realidade com mais de mil anos. Antes tentavam invadir a Europa em cima de cavalos e burros, e dentro de barcos, armados com espadas e facas, agora estão equipados com boas armas e bombas, estão bem alimentados, têm tecnologia de topo à sua disposição e muitos têm educação superior. Mas como os seus antepassados, estão dispostos a dar a vida.

Portugal na sua essência é uma nação construída contra o Islão. A mitologia da fundação é anti-islâmica, basta ver os símbolos da bandeira, recordar o milagre da batalha de Ourique. Os cruzados ajudaram os nossos reis a limpar o território de moirama, na tarefa de expulsar por completo o Islão do continente, de Lisboa aos Urais. Foi naquela altura estratégia da Igreja e dos líderes da Europa para lá dos Pirinéus salvar a Península Ibérica do domínio mouro.

Depois disso Portugal expande-se em luta contra o Islão. Em Marrocos, na costa oriental de África, no Golfo Pérsico, na Índia, em suma, em todo o Índico. Parece que até houve portugueses a pensar destruir Meca e Medina.

Entretanto nos últimos 40 anos esquecemo-nos o que somos e de onde viemos. Uma nação cristã construída em luta contra o Islão.

Anónimo disse...

O PM Ministro da Bulgária disse há semanas que não queria lá refugiados. Disse que a Bulgária era uma nação cristã e que eles eram muçulmanos e que não se adaptariam. Curiosamente 10 ou 15% dos búlgaros são muçulmanos. Há povoações muçulmanas, resquícios do domínio otomano. Em Portugal há imigrantes de lá que são muçulmanos. Conheço vários. Mas não são praticantes, estão-se nas tintas para a religião. Talvez sejam assim por terem crescido num país de cultura cristã e maioria cristã. A Europa de Leste saída do comunismo está a resgatar os valores cristãos e orgulha-se disso. O mundo ortodoxo rejeita a agenda rosa, valoriza a família, tal como a católica Polónia. Conseguem imaginar Passos a dizer que somos uma nação cristã?

Lura do Grilo disse...

Excelente professor, excelente!

Anónimo disse...

Estes tipos que vendem a alma e a pátria têm nome:

http://economico.sapo.pt/noticias/guterres-diz-que-portugal-tem-condicoes-para-acolher-4000-refugiados_229527.html

http://observador.pt/2015/09/03/refugiados-limpar-florestas-costa-acredita-seria-grande-oportunidade/

http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/detalhe/ps_quer_pilar_da_cidadania_no_espaco_da_cplp.html

Anónimo disse...

Disse Obama que "os ataques de Paris foram um ataque a toda a humanidade ". Bem, nós sabemos que isto não é verdade, não sabemos ? porque uma parte da humanidade que é representada pelos terroristas islâmicos não se revê na sociedade secular e multicultural ocidental. Essa parte da humanidade acredita em valores diferentes, em crenças diferentes e em modos de vida diferentes. E estão dispostos a morrer e matar para defender a sua ideologia de inspiração islâmica. Podemos arranjar ashtags " rezar por Paris", acender luzes com as cores de frança, mas no intimo sabemos que isso não vale de nada. Porque enquanto não atacarmos e eliminarmos a ideologia que está por detrás dos jihadistas, os ataques como o de Paris vão-se repetir vezes sem conta. O terror veio para ficar.

Anónimo disse...

A Europa está toda minada.
Abram os olhos e olhem à vossa volta.

Foi para aqui que (em Portugal) nos trouxeram os esquerdistas internacionalistas depois do fatídico 25A, mais os "loby" dos pobrezinhos, das igualdades, dos direitos humanos, dos valores da sociedade ocidental, etc., etc.

A forma como os "cavalos de troia" se implantam é muito simples:

Entram de fininho, não provocam quaisquer distúrbios e são discretos, bem vistos pela população autóctone, ignorante, inconsciente e individualista.
Montam um comércio de mixuruquices, frutas etc. e começam a reproduzir-se.

Mantêm discretamente os hábitos da sua origem, com taxas de crescimento populacional 5 a 10 vezes maiores que as actuais no continente europeu e se possível passam a usufruir do estado social.

Logo que atingirem algum volume populacional, começam a fazer algumas exigências e os governantes dão-lhas.

A seguir começam as retaliações e por último implantam a "sharia".

O mesmo é dizer adeus à liberdade, à paz e aos valores ocidentais, conquistados pelos nossos valorosos antepassados.

Antepassados que, com a sua força, crença e o próprio sangue que derramaram, puderam cimentar os bens que a geração actual desbarata e despreza, por simples ignorância e egoismo.

Como se dizia antigamente:
Deixem-se ir por aí que vão bem!



Anónimo disse...

Será que começam a sentir a necessidade de uma guerra?
Se quiserem chamem-lhe Santa. Cruzada.

Mas, como a situação mundial está, a solução passa pelo extermínio. E quem for mais lesto ganhará com menos estragos. Temos o exemplo das guerras (mundiais e locais) do século XX.

Anónimo disse...

Está em avanço uma terceira crescentada contra o ocidente. E uma crescentada é uma guerra de conquista, de extermínio e de submissão: tem sempre uma dimensão colossal em relação às cruzadas que apenas visavam a segurança dos peregrinos à Terra Santa.

Anónimo disse...

Curiosamente ou talvez não, na noite da chacina do Charlie Hebdo a France 24 fez um debate em que entre os convidados estavam muçulmanos e a tónica era como evitar a islamofobia e onde prevaleceu uma bizarra versão em que a tónica era o desespero por não colar os assassinatos ao Islão.
Por cá, a esquerda faz exatamente isso. Distorce os factos e manipula as opiniões.
As vítimas são secundarizadas e todos se condoem com a causa que levou aqueles magníficos jovens a um acto tão desesperado. É o mundo às avessas. O marxismo cultural a minar as sociedades ocidentais.
É inacreditável como estas emissoras se ajoelham perante a barbárie.

Anónimo disse...

Quando é política, vale tudo...!
http://visao.sapo.pt/opiniao/cronofoto-sonia-sapage/2015-11-17-O-desmaio-de-Cavaco-1

Anónimo disse...

Eh pá, convém estudar bem as coisas antes de escrever baboseiras. O alegado arquitecto deste atentado, segundo a família, nunca foi religioso e até andou num colégio católico na Bélgica. Isto só tem marginalmente a ver com religião. É óbvio que se o caos político e social é promovido numa dada região, as respostas que surgirão serão inevitavelmente violentas. Burros são os europeus por continuarem a apoiar as políticas dos EUA. Quem financia o EI? É impensável que a inteligentsia ocidental não o saiba. Admite-se que a Rússia faça em semanas o que a "coligação" não fez num ano?

Grande parte das chefias militares do EI são ex-membros do partido Ba'ath do Saddam Hussein. A religião é aqui usada pelo EI como um meio para atingir objectivos. O EI é aqui usado para atingir outros objectivos ainda mais obscuros.

Ignorar estes factos é cegueira intelectual ou má-vontade.

La Piovra disse...

Liguei agora o televisor num canal que o Sócrates comprou para expulsar a Moura Guedes e lá estava a vociferar contra o PR, um encobridor de pedófilos e traficante de influências. Um tipo que foi nº 2 de um governo corrupto que deixou o país na miséria.
Julga o verme que pode dar ordens ao PR.
Está desesperado. Pudera, toda a pressa é pouca. cada dia que passa, o juiz Carlos Alexandre vai recebendo mais informação sobre as actividades da quadrilha e dos seus depósitos de dinheiro na Suiça.

Anónimo disse...

São ditadores, fundamentalistas, sectários, intolerantes, querem que todos pensem como eles, que decidam como eles querem, dizem que são de esquerda, servem-se dos trabalhadores como bandeira, vivem no luxo e na opolência. Precionam o Prof. Cavaco para decidirem como eles querem. A sucursal dos comunas nos sindicatos já anúnciou que vai cercar o Palácio de Belem a fim de pressionar o PR a decidir como eles querem.Nem ao menos tiveram capacidade para elaborar uma moção conjunta para derrubar o Governo que resgatou o País da Troica, chamada pelo governo que tinha um nº1 e um nº2, cujas atitudes e caracter são hoje bem conhecidos de todos ( e do Seguro, principalmente).

Anónimo disse...

Fora do tópico:
http://expresso.sapo.pt/politica/2015-11-18-Esquerda-desentende-se-sobre-feriados-e-desmarca-debate

Anónimo disse...


As esganiçadas do Bloco de Esterco dizem que o PR ou nomeia o aldrabão e encobridor de pedófilos ou terá contestação gigantesca nas ruas.
A subversão destas taradas comunistas começou.
O PR é independente e incumbe-lhe tomar a decisão que entenda mais acertada.
Não é uma palhaça do Chapitô ou a maralha vigarista do socialismo, a contas com a justiça por corrupção, que podem chantagear o mais alto magistrado da nação.
O lúmpen de esquerda não respeita nada nem ninguém.
Ou o PSD e CDS ganham coragem e começam e tomam a iniciativa de combater a subversão comunista e da Camorra do Rato ou puta que os pariu a todos. O país vai pelo cano.