domingo, 6 de fevereiro de 2011

Totalitarismo socialista na educação

As escolas do ensino cooperativo e particular custam menos dinheiro ao Estado, oferecem, em geral, melhores condições de aprendizagem e produzem resultados notáveis. Contudo, o Ministério pretende eliminar a concorrência ao ensino público, através da brutal redução de apoios. Porém, debaixo da tentativa do Ministério de reduzir e rescindir apoios a colégios cooperativos e particulares do ensino básico e secundário, parece estar a vontade ministerial de privilegiar o Grupo GPS, ligado ao Partido Socialista, que tem um vigoroso plano de expansão nacional e que até consta ir receber a concessão das escolas portuguesas no estrangeiro.

Esse privilégio ao Grupo GPS  verificar-se-á nos critérios, plano e execução, do corte selectivo de apoios a escolas cooperativas e privadas.

5 comentários:

pling a lot disse...

com 100mil professores

com escolas com 100 professores para 500 alunos

100 professores a 25.000 por ano

são 2.500.000 euros/500 alunos

fora outros gastos há escolas públicas que custam muito

havia escolas com 4 alunos para um professor a 15.000 euros por ano

é tudo relativo

o objectivo é cortar o que se pode cortar

quanto às melhores condições....

decoram um pouco melhor

aprendizagem e capacidade de raciocínio

é coisa que nunca existiu no ensino português público privado ou misto

Mani Pulite disse...

TUDO ISTO TRESANDA A MAÇONARIA MISTURADA COM NEGOCIATAS.EXIGE-SE UMA INVESTIGAÇÃO AOS PRINCIPAIS CABECILHAS DA ORGANIZAÇÃO E AS LIGAÇÕES QUE TÊM À(S) MAÇONARIA.O ASSALTO SOCIALO- MAÇÓNICO À SOCIEDADE PORTUGUESA CONTINUA IMPUNEMENTE.RESISTÊNCIA GERAL A ESTES TRATANTES É O QUE SE IMPÕE.TUDO FARÃO PARA CRIAR FACTOS CONSUMADOS ANTES QUE AS ELEIÇÕES GERAIS OS CORRAM DO PODER.

Anónimo disse...

Ora, a meta há uns anos atrás era reduzir 75.000 funcionários públicos, meta essa que já foi atingida, mas ninguém diz nada.
É só ler os orçamentos de Estado dos últimos anos.
Agora, questiono o seguinte, se saíram 75.000 NÃO SOCIALISTAS da Função Pública, e se tal facto nunca é referido, será que a diferença entre os que saíram e os que entraram, é nula???? Então entraram mais 75.000 BOYS socialistas? Assim a vassourada é necessária, só que esses eles não despedem. O PM já vem a assegurar-lhes os tachos e tachinhos.

Anónimo disse...

O "Engenheiro" vai distribuindo o saque. Nisso é bom. O saco ainda tem farinha para distribuir. Vão lá ver se um dos parceiros dessa organização não é o Espirito Santo?

João Branco disse...

Sou totalmente contra o seu argumento. Por ter sido aluno de um estabelecimento de ensino privado até ao 9º ano.

Defendo uma rede escolar pública nacional, excepto nos casos em que não existam escolas públicas num raide aceitável de quilómetros em relação à grossa fatia das áreas residenciais dos alunos. Como é o caso de Fátima e de alguns estabelecimentos de ensino nos distritos de Vila Real e Bragança.

Posso-lhe dizer que o ensino nas escolas privadas não é assim tão bom quanto parece. A qualidade dos professores nem sempre é a melhor visto que grande parte (pelos menos na escola que frequentei) era recrutada entre aqueles que ficaram de fora nas colocações no ensino público, e realmente, o único ponto em que as escolas privadas são melhores que as públicas reside no facto de estas oferecem um leque bastante variado de actividades extra-curriculares que o sector público não pode pagar mas cujos encarregados de educação podem pagar visto que grossa parte daqueles que colocam os seus filhos no ensino privado são pessoas cujos rendimentos são astronómicos e como tal, não sofrem grandes variações no seu poder de compra com as pesadas mensalidades. Mensalidades essas que sofrem acréscimo significativo de dinheiros públicos (uma percentagem ligeiramente menor em relação aquilo que o estado paga às escolas públicas) que acabam quase todos para enriquecer os cofres das cooperativas\fundações\entidades eclesiásticas que gerem essas escolas e que por sua vez custeiam a vida faustosa de padres, bispos e todo um séquito de abutres que literalmente se junta a essa gente à procura de subir na vida sem fazer nenhum.

Daí que nessas escolas, os alunos do ensino secundário saiam com melhores médias para o ensino superior e para a opção que querem seguir na vida, o que não me espanta visto que lhe posso garantir que a marosca nas antigas provas globais do ensino básico é grande e que nas notas de admissão a exames nacionais os alunos são extremamente recompensados pelo valor que os seus encarregados de educação deram a ganhar à instituição de ensino e não pela massa cinzenta que possuem. Até porque não é a ensinar (exclusivamente) os dogmas do catolicismo e a rezar avés-marias que esses alunos poderão ter uma visão global do mundo e das ideologias que se fizeram e fazem ecoar no mundo.

Para finalizar, não consigo compreender as lamentações dos encarregados de educação desses estabelecimentos de ensino. Se dispoem de uma rede pública na sua área de residência e não dispoem de rendimentos para continuar a colocar os seus filhos num estabelecimento de ensino privado, tem boa solução: coloquem os seus filhos na escola pública. Nesse cenário lhe garanto que só lhes fará bem conhecer jovens de todos os quadrantes sociais e passar por um ensino mínimamente justo e equalitário em relação aquele que é praticado em todo o país.

Se estão contra os cortes e dispoem de rendimentos que lhes permitam continuar na mesma situação, não estejam à espera das ajudas estatais. Não foi essa uma das mensagens que o nosso Presidente da República disse publicamente a uma senhora em Viana do Castelo? Então, ora essa, aumentem a mensalidade e tornem-se auto subsistentes. Caso contrário, o ensino público é-lhes garantido pela Constituição.