sábado, 10 de março de 2018

Malaise

Niilismo e malaise parecem ser as tendências que estão a conduzir a vida dos jovens a um beco. Jordan Peterson, em 27-2-2018, menciona, além desta crença no nada, o desespero e acrescenta ainda um desejo de notoriedade, presente nos assassinatos maciços (“maciço” ê mesmo a palavra original portuguesa, “massivo” é um anglicismo ou galicismo sem sentido)

que apavoram os norte-americanos. O mal-estar de não ter valores morais pelos quais governar a vida, de não ter Deus, de não ter fé, de não ter rumo nem caminho, precipita o desespero. E, nos casos mais graves, a alienação nas drogas e até a desistência da vida.

As gerações têm fenótipos diferentes. A mesma classe etária tem comportamentos diversos ao longo da história. Importa compreender a aflição das gerações mais jovens. Porque a satisfação material dos jovens, por pais preocupados em tudo proporcionar imediatamente aos filhos e aliviá-los de todo o sacrifício, não resolve a solidão íntima que a descrença instala.

Sem fé, caminhar é um ato inútil. Por isso, importa propor aos jovens uma resposta espiritual e cultural que lhes dê - a eles - um sentido de vida. Servir em vez de servirmo-nos.E fazê-lo com os meios, e com o modo, mais adequados para chegar a eles. Tocá-los no seu coração, provocar a sua adesão aos valores e ensinar-lhes a virtude do sacrifício pelo outro. De amar até ao último suspiro.

Atualização (21:43 de 14-3-2018: agradeço aos leitores a correção do meu lapso na palavra massiço/maciço. Coloquei o linque da entrada explicativa do Ciberdúvidas sobre o português “maciço” versus o anglicismo ou galicismo “massivo” e... tropecei. Um erro maçico de que peço maciçamente desculpa.

10 comentários:

Anónimo disse...


Concordo plenamente com o seu propósito. E pergunto-me (e a si também) se a melhor maneira de o implementar não seria tornando atractiva para as jovens gerações (como fazem, por exemplo, os franceses no Puy-du-Fou) a história milenária de Portugal, que é uma perfeita ilustração da fé em acto. Pelo menos até 1974. Por isso, mãos à obra. Força Portugal !

Anónimo disse...

Pouca esperança. Estamos num país onde professores universitários escrevem ataques massiços.

Anónimo disse...

Quando, neste semestre, a União Europeia é presidida pela Bulgária, uma marcha nazista com tochas acesas realizou-se em Sofia, a 17 de Fevereiro de 2018, com a participação de um Partido membro do actual governo.
Já no último ano, o Vice-ministro do Desenvolvimento Regional, Pavel Tenev, fora forçado à demissão após a publicação de uma foto de férias onde ele posava fazendo a saudação romana diante de estátuas de cera de oficiais da Gestapo. Depois, foi um alto responsável do Ministério da Defesa, Ivo Antonov, que se demitiu após a publicação de uma foto onde ele posava fazendo a saudação romana diante de um tanque alemão da Segunda Guerra Mundial. Por fim, foi Plamen Uzunov, o conselheiro em questões de segurança do Presidente socialista Roumen Radev, que se demitiu por uma foto onde o viamos fingindo de Adolf Hitler.
Como sempre nos últimos 10 anos, a manifestação de 17 de Fevereiro celebrava a memória do General Hristo Lukov, promotor do anti-semitismo e colaborador dos nazistas. Ela foi apoiada pela União dos Patriotas, um Partido membro da coligação governamental.

Lura do Grilo disse...

Estão-se a criara grupos de sociopatas como nunca visto: os nazis dos antifas, um feminismo com laivos bolcheviques-nazis que esquecem as mulheres mais perseguidas, o antisemitismo no auge, os islâmicos abertamente a apelar na Europa ao assassinato de cristãos e infiéis, os gangues de paquistaneses na prostituição de crianças com a inacção da polícia, deputados europeus da esquerda na lista de pagamentos de George Soros, o revivalismo do marxismo mais brutal nos trabalhistas ingleses que participam em grupos de um virulento anti-semitismo com jornalistas da BBC, o calar da tragédia humanitária em Venezuela...o comunismo alia-se de novo ao nazismo: irmãos de berço.

Anónimo disse...


Não confundamos o antisemitismo, que é uma asneira (os árabes são semitas), com o antijudaísmo, que é tão legítimo como o anticomunismo, o antinazismo, o anticolonialismo, o antiliberalismo, etc. São doutrinas. isto é, produções do espírito humano. Em democracia, é perfeitamente normal opor-se ao Talmud (base do judaísmo), ao Alcorão (base do islamismo), aos Evangelhos (base do cristianismo), etc. Convém expor as doutrinas, religiosas ou filosóficas, tais como são, e quem não concorda com elas deve ter o direito de as criticar e rejeitar.

Anónimo disse...


"Estamos num país onde professores universitários escrevem ataques massivos"…

Todos, talvez não. Aliás, o nosso prof. Balbino Caldeira é um deles. Mas verdade seja dita, é um patriota sentimental, oh! sincero sem dúvida, mas de índole democrata-cristã, para quem Portugal começou com a República, ou até mesmo com o 25 de Abril, e que ignora as lições da história, as lições dos nossos reis.

De facto, não parece ter grande cultura histórica. E as suas referências são quase todas anglo-saxónicas.

Para se tornar um Português autêntico, falta-lhe ser um verdadeiro nacionalista, isto é, um patriota armado com as ferramentas intelectuais e políticas indispensáveis à defesa eficaz dos interesses fundamentais e permanentes do País. As de um Franco Nogueira, por exemplo.

Os nossos reis, que fizeram de Portugal uma nação que contava no mundo, apesar de o seu território inicial ser tão exíguo, os nossos reis possuíam naturalmente essas ferramentas. Bebiam os conceitos nacionalistas com o leite da mãe, ou da ama. Eram cuidadosamente educados para os defender. Havia à sua volta uma “elite” perfeitamente consciente do que era necessário fazer, não apenas para viver, ou sobreviver, mas para conquistar um lugar invejável no mundo. Eram, por definição, “defensores patriae”. Como, depois deles, Sidónio Pais (o “presidente-rei” de Fernando Pessoa) ou Salazar.

Em “democracia”, pelo contrário, é tudo segundo a vontade e o prazer do vencedor das últimas eleições. Não é precisa qualquer espécie de cultura política e histórica. Os “interesses superiores do País”, o que é isso? O que querem, é o aborto, já, para todos, a eutanásia, já, para todos, o acasalamento homossexual, já, para todos, a marijuana, já, para todos (e outras coisas vís deste género). E muito dinheiro, claro, já, para todos, começando pelos próprios. Aliás, lá está o FMI para os refornecer. Psst!! Anda cá, FMInho!

Com políticos desta categoria não se vai a lado nenhum. De resto, em “democracia”, é tudo ao sabor das conveniências financeiras, ou seja, de quem paga e de quem manda na retaguarda, atrás do “guichet”. Os de Berlim, os de Bruxelas, os de Washington. Os donos do Sistema e do Império, em suma.

Anónimo disse...


Em todo o caso, bela apologia da monarquia. Mas onde está o "encoberto" que devolverá a Portugal a sua grandeza perdida ?

Anónimo disse...

Universidade dos burros balbinos.

A forma correta de escrita da palavra é maciço, com c. A palavra massiço, com ss, está errada.

O adjetivo maciço indica alguma coisa que é compacta, encorpada, densa, espessa e sólida. Com sentido figurado, refere-se a alguma coisa feita em grande quantidade, com muita intensidade.

Maciço pode ser também um substantivo masculino, indicando um conjunto de montanhas que formam um bloco em volta de um ponto culminante ou um conjunto compacto de alguma coisa, ou seja, uma massa ou um bloco.

Anónimo disse...


Tudo isto é de um nível, meu Deus… A juventude entregue a gente desta…

Anónimo disse...

Universidade dos corruptos:

PLÁGIO:

https://duvidas.dicio.com.br/macico-ou-massico/