quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A tolerância cúmplice da violência do Islão




Recomendo a franca e corajosa crónica «A cotovelada islâmica», de Maria João João Marques, no Observador, de 12-8-2015, referente às alegadas duas cotoveladas no nariz que o sheik David Munir da Mesquita Central de Lisboa, terá dado a sua esposa, em 4-8-2015.

A principal causa da tolerância da violência do Islão é o seu branqueamento pela esquerda burguesa anticatólica e a cobardia dos instalados no mundo externo ao cinturão muçulmano. Tolerância da violência pessoal e social, com destaque para o tratamento desumano das mulheres, dos crentes de outras religiões e dos não crentes. E tolerância da violência geopolítica, com a expansão sempre através da guerra (as «bloody borders», que Samuel Huntington cunhou, em 1993, no seu Clash of Civilizations).

Uma violência intrínseca, a carecer, em qualquer caso, de uma reforma que exceda a desmontagem dos conceitos, desde a jîhad ao paraíso das 72 virgens de olhos negros (ou «uvas brancas»...) que aguardam o shahid (mártir) que mate pela fé. O conceito islâmico da shuhada é inspirado no conceito do mártirio dos cristãos (sacrifício em nome da fé), mas este não alcança o paraíso pelo suicídio nem pela morte dos outros... Mas o conceito de «Islão moderado» é um oxímoro.

Ao contrário do Cristianismo, com o Novo Testamento, no Islamismo, a violência matricial do Corão (que surgiu em 632 d.C...) foi agravada nos Ditos (Hadith) posteriormente atribuídos ao profeta e é radicalizada no fundamentalismo bárbaro de hoje. Remeto para o meu poste de 2014 «À espera dos bárbaros». Uma violência que não se detém na recuperação dos lugares santos (como as Cruzadas), mas que é o processo padrão de conquista universal e de instauração global do califado totalitário.

Na denúncia da violência do Islão merece o maior relevo o Papa Bento XVI, com o seu discurso «Fé, razão e universidade: recordações e reflexões», de 12-9-2006, na Universidade de Regensburg, no qual citou o imperador bizantino Manuel II Paleólogo (1391):
«Mostra-me também o que trouxe de novo Maomé, e encontrarás apenas coisas más e desumanas tais como a sua norma de propagar, através da espada, a fé que pregava».
A resignação com a violência do Islão, como se o multiculturalismo não tivesse de respeitar a dignidade humana, constitui uma cumplicidade criminosa.

11 comentários:

Anónimo disse...

O que dirá o amigo, Dr. Jorge Sampaio, o pai da fraternidade inter-religiosa? O Munir aparece na TV, sempre que se fala em paz entre as religiões, e afinal é a chamada "paz à cotovelada"! Bem faz Netanyahu, que não lhas perdoa.

Anónimo disse...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=786063

Muhammad Makdoo, advogado e antigo procurador-geral do Paquistão que comprou o apartamento que que José Sócrates possuía na Rau Braancamp, em Lisboa, está a ser investigado pela Polícia Judiciária (PJ).
A notícia é avançada, esta quinta-feira, pelo jornal i, acrescentando que em causa estão suspeitas de branqueamento de capitais.

JMV disse...

Enfim, ainda que num diferente patamar, veja-se igualmente o livro de José Rodrigues dos Santos..

Anónimo disse...

Balbino, dizem por aí que tens um amigo na Parede que te anda a inspeccionar o cu com um caralhoscópio.

rabeta filho duma puta

Anónimo disse...

A meu ver, não se trata de tolerância para com a violência do Islão. É mesmo convergência de interesses. A esquerda marxista precisa da concorrência do Islão, entre outros como a miscigenação dos ocidentais com os negróides, o homossexualismo, etc, para terraplanar os valores da civilização cristã há muito implantados e que criaram na Europa a mais desenvolvida civilização do mundo.
O marxismo cultural usa todas as armas e munições. É preciso destruir para conquistar e criar o homem novo socialista.
Além de uma reserva de votos, os emigrantes africanos e islamitas tornam-se uma ferramenta preciosa nas mãos dos comunas e socialistas.

Anónimo disse...

balbino rabeta a bater punhetas com a nalga filho duma ganda puta

filho da puta
tu és um filho da puta,
balbino filho da puta
és um filho da puta

Anónimo disse...

Ó BALBINO COMERAM O CU AO TEU PAI
E À CONA À TUA MÃE
O PAI GRITAVA AI AI AI
METAM ESSA PICHAS NA MINHA BOCA
QUE ESSA PUTA NÃO VALE UM VINTÉM

BALBINO FILHO DE MIL ESPORRAS TODA A GENTE SABE QUE GOSTAS DE PICHOTA BOCA DOCE DUM CABRÃO

Anónimo disse...

Parabéns por esta posta tão sintética e, ao mesmo tempo, tão bem fundamentada.

Anónimo disse...


https://www.youtube.com/watch?v=fgsrnmzxEUY

Excelente post , recomendo a visualização deste vídeo .

Anónimo disse...

Está desesperado. Completamente em desvario. Impõem-se medidas.

Anónimo disse...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=786192

Detido desde Novembro de 2014, José Sócrates viu o Tribunal Constitucional negar-lhe o seu sétimo recurso, no qual pedia a inconstitucionalidade de várias interpretações de normas cuja aplicação permitiu à Relação de Lisboa julgar improcedente o seu recurso e mantê-lo em prisão preventiva.
Segundo noticia, esta sexta-feira, o Jornal de Notícias, o Tribunal Constitucional não terá encontrado qualquer inconstitucionalidade nas interpretações e, nomeadamente, no uso de certas expressões e ditados populares, tais como “milagre do altruísmo” ou “gato escondido com rabo de fora”.