sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A ruína financeira e a oportunidade da criação da IV República portuguesa

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A bancarrota portuguesa é inevitável, sem o apoio extraordinário da União Europeia, através da compra pelo Banco Central Europeu de obrigações do Estado português no mercado secundário para travar a sua subida e do iminente socorro financeiro do fundo da União Europeia/FMI.

A taxa de juro das obrigações do Estado português a dez anos já vai, nesta manhã, de 17-12-2010, em 6,70%. Não é só no médio prazo que esta taxa de juro da dívida pública 6,7% é insustentável para um Governo que se gaba de o Produto Interno Bruto (PIB) crescer 1,5%: é no curto prazo. E o curto prazo já não parece ser Março, mas... Dezembro. O problema maior é que a taxa não desce do patamar que atinja e, portanto, é melhor o Governo português ceder a 6,7% do que a 9%, como os gregos que têm agora a taxa a 11,94%... Ceda já, ou demore o pedido, trata-se da falência declarada da República portuguesa. Desta. Por isso, é que esta é uma oportunidade excepcional de criação da IV República portuguesa, algo que vimos promovendo aqui neste blogue desde 2 de Outubro de 2005.


* Imagem picada daqui.

1 comentário:

Anónimo disse...

IVª República sim, mas sem socialistas. Só que eles transmutam-se muito bem.