Pelos idos de 1982, creio, Miguel Esteves Cardoso fez uma crítica televisiva do filme «Eu te amo», de Arnaldo Jabor, que estreava em Lisboa, no cinema Condes, agora ocupado pelo Hard Rock Café. No seu estilo desassombrado, Miguel contava que havia saído do cinema ao intervalo. Que havia virado a esquina e entrara no Olympia. E justificava: era mais barato e... melhor!...
O problema de PSD e CDS, nesta altura, é que reduziram a diferença face ao PS - ainda por cima nesta direção comunista, do velho MES leninista e revolucionário - à questão do dinheiro (a economia...e... e...!...). Uma espécie de direita dos interesses, desumana, em que o principal fator de distinção ideológica - a moral - é não apenas subalternizado, mas... apagado! Parafraseando o Miguel Morgado, que referia uma citação atribuída a Marx (mas Grouxo!), PSD e CDS dizem aos portugueses: se não gostam dos princípios que são enunciados nos programas dos nossos partidos, então... nós arranjamos outros!...
Nesse sentido degenerescente, por que motivo hão-de os católicos portugueses (81% da população, segundo os Censos de 2011) votar, ou apoiar, o PSD ou o CDS, se o PS é «the real thing»: aborto livre, gratuito e com prémio financeiro, liberalização das drogas, casamento homossexual, adoção de crianças por casais homossexuais (e não casais), mudança de sexo aos 16 anos, balneários mistos, barrigas de aluguer?!...
O problema de PSD e CDS, nesta altura, é que reduziram a diferença face ao PS - ainda por cima nesta direção comunista, do velho MES leninista e revolucionário - à questão do dinheiro (a economia...e... e...!...). Uma espécie de direita dos interesses, desumana, em que o principal fator de distinção ideológica - a moral - é não apenas subalternizado, mas... apagado! Parafraseando o Miguel Morgado, que referia uma citação atribuída a Marx (mas Grouxo!), PSD e CDS dizem aos portugueses: se não gostam dos princípios que são enunciados nos programas dos nossos partidos, então... nós arranjamos outros!...
Nesse sentido degenerescente, por que motivo hão-de os católicos portugueses (81% da população, segundo os Censos de 2011) votar, ou apoiar, o PSD ou o CDS, se o PS é «the real thing»: aborto livre, gratuito e com prémio financeiro, liberalização das drogas, casamento homossexual, adoção de crianças por casais homossexuais (e não casais), mudança de sexo aos 16 anos, balneários mistos, barrigas de aluguer?!...







