O Presidente Cavaco Silva brinda com a Rainha Letícia, de Espanha,
no almoço de Estado, em 7-7-2014 - excerto de foto, do DN, 8-7-2014
O apoio a António Costa de Luíz Montez, marido da filha Patrícia do Presidente Cavaco Silva, declarado à imprensa nono Mercado da Ribeira, de Lisboa, em 7-7-2014, numa sessão da candidatura do presidente da câmara da capital à liderança do Partido Socialista na eleição primária de 28-9-2014, confirma os factos que neste blogue se têm acumulado sobre a ligação do genro à fação socratina do PS.
Apontado como informador d' «O Independente», nos tempos do confronto entre esse semanário e Cavaco Silva, circula para os negócios dos espetáculos, enquanto soma dívidas de monta em empresas suas. Mas enquanto o sogro era referido pelo socratismo, depois da nacionalização BPN e sua tomada de controlo do BPN pela Caixa de Francisco Bandeira, no negócio de compra e venda fora de bolsa de ações da SLN (holding detentora do BPN), a filha, e o genro, foram poupadas, como nunca foi referida qualquer dívida do genro que eventualmente existisse nesse banco - por crédito aberto (quando alegadamente segundo informação filtrada pelo banco de um relatório interno existiriam «dívidas a bancos de mais de cinco milhões de euros» (poste de Maria Conceição Banza, de 16-1-2011 - http://mariaconceicaobanza.blogspot.pt/2011/01/familia-cavaco-silva-e-o-banco.html) - ou até noutro (BCP?).
Luís Montez foi envolvido naquilo que foi na quente temporada primavera-verão de 2009, o «plano governamental para controlo dos meios de comunicação social visando limitar as liberdades de expressão e informação a fim de condicionar a expressão eleitoral»,
segundo o despacho do corajoso procurador Dr. João Marques Vidal, coordenador do Departamento de Investigação e de Acção Penal (DIAP) de Aveiro, e extração de certidão para inquérito-crime autónomo, datado de 23-6-2009, publicado no semnário Sol, de 5-2-2010 (p. 5). Essa análise foi reforçada pelo juiz de instrução de Aveiro, Dr. António da Costa Gomes, publicado pelo Sol, de 5-2-2010, página 6, no despacho de autorização e validação das escutas, dos relatórios e despachos. Tal como tinha sido antes objecto da informação reflectida, no mesmo sentido, datada de 12-6-2009, do intrépido inspector Teófilo Santiago, da Polícia Judiciária de Aveiro, que coordenava a equipa policial do caso Face Oculta (ver p. 6 do Sol, de 5-2-2010).
De acordo com o Sol, de 5-2-2010, alegadamente como contrapartida da compra da TVI pela PT, Luís Montez, genro do Presidente, ficaria com as rádios do grupo Media Capital, o que seria «o preço da paz», pois, assim, Cavaco «cala-se logo, fica a cuidar dos netos»... Todavia, Cavaco roeu a corda, em 25-6-2009, quando esta já estava na máxima tensão e Sócrates nunca lhe perdoou a traição, repuxando, em 18-9-2009, como represália, um caso de 17 meses antes.
Em 26-7-2012, é noticiado que Luís Montez comprou em conjunto com outros, mais o patrocínio da PT e o crédito do grupo Espírito Santo, o Pavilhão Atlântico do Parque das Nações, em Lisboa (ver o meu poste «O preço do Pavilhão Atlântico», de 1-8-2012). Apesar da situação financeira muito preocupante, publicada pelo semanário O Crime, de 19-7-2012, citando relatório da empresa Informa D e B.
E em 13-9-2013, os jornalistas Luís Rosa e António Ribeiro Ferreira, no i, sobre a nova estrutura do grupo de média Controlinveste (TSF, DN, JN, O Jogo, Dinheiro Vivo, etc.) escrevem sobre o novo sócio do grupo: Luís Montez, dono de várias rádios e empresário de espectáculos, foi uma escolha do BES e do seu presidente Ricardo Salgado, a exemplo do que tinha acontecido na compra do Pavilhão Atlântico». Na Controlinveste, onde prepondera o angolano António Mosquito (27,5%) representando alegadamente interesses mais altos, Luís Montez passa a administrador e fica com 15% do capital. Mais uma vez, apesar da situação financeira anteriormente descrita com detalhe n' O Crime, de 19-7-2012, ninguém nos média portugueses (nem no blogue oficial das operações suaves do socratismo, adversários do Presidente) lhe perguntou de onde lhe veio o dinheiro para a compra.
Finalmente, em 7-7-2014, soltou-se a capa e tirou-se a venda. Montez, que se obriga a garantir «ninguém me faz a cabeça» (creio que fala de Sócrates...) e que disse «ao Expresso, em 2010» que votou em Costa para a Câmara de Lisboa, declara agora, segundo o i, de 7-7-2014, no comício de apoio ao candidato socialista, que António Costa, o aliado de Sócrates, «é um político da champions league e não da distrital» e que «temos homem para tomar conta disto»!... Professado independente - honny soit... -, puxaram-lhe a guita e, qual marioneta desarticulou-se.
Todos diferentes: todos iguais... E ligação transparente, como a água que quase tudo lava: #Genro Luís Montez#António Costa#José Sócrates (o «amigo» de Paris, de Ricardo Salgado, de quem este não se devia esquecer - CM, de 21-10-2012)#Grupo Espírito Santo. No meio dos hash (salvos sejam...) onde fica a tag de um Presidente debilitado?!
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