quarta-feira, 17 de junho de 2020
A queda do império americano
sexta-feira, 12 de junho de 2020
A revolução neomarxista em curso nos EUA
terça-feira, 9 de junho de 2020
Vous les copains!
no ISCTE, em 18-11-2015 (foto do ISCTE - Luís Carneiro).
Ao lado de Luísa Araújo, a prof. doutora Maria de Lurdes Rodrigues, reitora do ISCTE desde fevereiro de 2018.
Limitação de responsabilidade (disclaimer): Maria de Lurdes Rodrigues foi condenada em primeira instância, em 2014, a três ano meio de prisão pelo crime de prevaricação de titular de cargo político, no caso de contratação, no ano de 2007, por ajuste direto, no valor de 220 mil euros, do socialista João Pedroso, irmão do ex-ministro Paulo Pedroso, para uma suposta coletânea de legislação de educação. Essa condenação foi revertida em 26-11-2015, por acórdão unânime da 5.ª secção do tribunal da Relação de Lisboa (ver artigo de Luís Rosa, no Observador, de 3-12-2015), de que foi relatora a desembargadora Maria José Costa Machado, esposa do deputado socialista Fernando Anastácio, e Maria de Lurdes Rodrigues ilibada.
segunda-feira, 8 de junho de 2020
Costa & Costa & companhia
«António Costa Silva, o presidente executivo da Partex escolhido pelo primeiro-ministro António Costa para o assessorar no Plano de Recuperação Económica, foi desafiado para esta missão ainda em abril [24] num almoço e precisou apenas de dois dias para traçar as linhas gerais do plano, para entregar a Bruxelas, que será desenvolvido em dez anos. “Não o conhecia, nem nunca tinha estado com ele".»
sábado, 6 de junho de 2020
Old news
José Sócrates “trabalha, desde março, como consultor no setor privado”, diz o CM, de hoje, 6-6-2020. Segundo o Observador, o jornal não identifica a empresa, nem o negócio. Ai que pudor!... Os leitores Do Portugal Profundo já sabiam.
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Eat the rich!
Na bestialidade do racismo ainda presente, os descendentes dos africanos traficados para a Europa e as Américas, têm sofrido especialmente de discriminação, mesmo depois dos brados aos homens e aos céus dos padres António Vieira e Bartolomé de las Casas, sobre a sua humanidade e, mantiveram-se depois libertação da escravatura em meados do séc. XIX. Black lives matter. A promoção educacional, económica e social, de gentes originárias na maioria de zonas em que a cultura material era pobre, o consumo diferido era desnecessário porque a natureza tudo providenciava, e desenraizadas para plantações e trabalhos nos quais eram tratados como gado, sem direito a nada nem família, não se resolve em cinco gerações. E as políticas assistencialistas, de distribuição de welfare instantâneo conservaram paradoxalmente o hábito da miséria financeira, em vez da elevação social: nos EUA existe quase a mesma percentagem de pobres do que em 1964 quando o presidente Johnson declarou guerra à pobreza. O esforço das últimas décadas é ainda insuficiente e é urgente uma nova política eficaz de promoção económica e social das comunidades afro-descendentes, latinas e... white trash.
O crime é frequente nos slums onde o black-on-black crime é um tema banal que os média dominantes deliberadamente ignoram, porque não tem o glamour ideológico da luta de classes cuja cartilha cega impõem. A agravar a miséria de zonas degradadas, de camadas sociais que o socialismo viciou no assistencialismo de uma nova escravatura estatal e do abandono frequente das famílias pelos pais que se excluem dos deveres educacionais e alimentares, existe a droga que fustiga os jovens e os aliena de uma vida saudável e organizada. Um tráfico e vício que os mesmos média pressionam que se liberalize. O desprezo ideológico é o sinal de outro racismo.
As pilhagens generalizadas das cidades não tiveram origem na fome, que os food stamps e a caridade de instituições civis evitam, nem sequer da concertação de gangues: os primeiros alvos foram as lojas de luxo, de marcas de luxo, como a Louis Vuitton, a Gucci, a Apple... A resposta das autoridades foi ignorar e pôr-se de joelhos (kneeling) perante esta violência continuada, numa retoma pós-moderna da venting theory por contraponto à teoria da broken window.
A situação é mais negra do que a pintam. Há uma revolta dos pobres contra a riqueza despudorada e ostensiva dos ricos, que exibem a sua riqueza em programas que as televisões iluminam. Esta revolta parece uma nova versão da tomada da Bastilha, em 1789, do povo contra o espavento da corte. A corte agora é mediática, hollywoodesca, divertindo-se nas festas nos novos palácios, enquanto os mais pobres se desunham para conseguir sobreviver, carregados de dívidas e espremidos em salários estagnados. No fundo deste caldo pestilento que transbordou do tacho fino, está a mesma desumanidade, em que a cor é um aspeto e a condição de media poor a marca da repugnância. Do lado de fora do muro, a revolta: eat the rich!
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Mortos por Covid-19: Brasil versus Portugal
sábado, 30 de maio de 2020
A verdade sobre as mortes por Covid-19
- A idade média dos doentes falecidos com Covid-19 em Itália é 80 anos. Já a idade média dos contagiados é de 62 anos.
- Só 4,1% dos falecidos não tinha outra patologia pré-existente.
sexta-feira, 22 de maio de 2020
A anormalidade do normal
- ‘Injeção’ do Governo no Novo Banco: 8,5 mil milhões and counting... (Observador, 20-5-2020).
- Subsídios iníquos do Governo aos média (Sábado, 20-5-2020).
quarta-feira, 20 de maio de 2020
Barraca, trampa e bidé
sábado, 16 de maio de 2020
Valentina
O pai, Sandro, está indiciado por homicídio qualificado da criança, ocultação e profanação de cadáver e violência doméstica;
a madrasta, Márcia, está indiciada por homicídio qualificado por omissão e dolo eventual, e profanação de cadáver.
Até agora a presidente da CPCJ de Peniche Clara Abrantes não deu a cara sobre o processo relativo à arquivamento do caso de Valentina, e a presidente da Comissão Nacional das CPCJ, Rosário Farmhouse, disse que não falava sobre casos concretos.
Valentina fugiu de casa do pai e a polícia, que a encontrou vagueando, sinalizou-a à CPCJ, em abril de 2019. O processo foi arquivado um mês depois. Certamente porque a 'avaliação diagnóstica' não confirmou o perigo. A CPCJ de Peniche (quem?) justificou, em 11-5-2020, que
«Tendo em conta os factos sinalizados e a informação recolhida à data, entendeu a CPCJ que não havia situação que justificasse a necessidade da aplicação de medida de promoção e proteção».Na linguagem cifrada do assistencialês, as medidas de promoção e proteção das crianças e jovens em risco são as seguintes:
- em meio natural de vida:
- apoio junto dos pais;
- apoio junto de outro familiar;
- confiança a pessoa idónea;
- apoio para a autonomia de vida.
- as medidas de colocação são:
- acolhimento familiar;
- acolhimento residencial.
Não foi a CPCJ que matou a criança. Mas é necessário que a presidente da CPCJ de Peniche dê a cara pelo organismo que dirige, e explique todos os passos que foram dados neste processo após sinalização da criança pela polícia e que foi arquivado um mês depois. Saber quem era a técnica 'cooptada' a quem foi distribuído este processo para «avaliação diagnóstica» e que diligências fez: conversar com a menina, ouvir o pai e a mãe, visitar a casa, falar com pessoas próximas da criança e das famílias, etc. E conhecer os fundamentos do arquivamento do processo sem que fosse decidida qualquer medida de promoção e proteção de Valentina. Que terá sido confessadamente assassinada pelo pai de quem fugiu.
A avaliação deste caso também permitirá perceber se é adequado o modelo descentralizado e anárquico, de 'cooptação' de técnicos (seleção pela comissão local, na qual prepondera a câmara municipal ou instituição de solidariedade social), de falta de sigilo natural consequente de reuniões com dezenas de membros de entidades variadas, de falta de prestação de contas à sociedade, de inércia por medo de reação dos pais e famílias. Ou se tem de ser reorganizado o sistema de proteção de crianças e jovens, com responsabilização dos interventores, prestação de contas e transparência.
* Foto de Valentina picada daqui.
A censura socialista na TVI
«If liberty means anything at all it means the right to tell people what they do not want to hear.»(Se a liberdade significa algo é a o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir - tradução minha)
Sérgio Figueiredo, em resposta (de 17-3-2020) a Ana Leal sobre o cancelamento do programa de investigação desta jornalista na TVI (Lusa, 15-5-2020):
«Jornalismo é informar, mas é, sobretudo, ter a noção do papel que desempenha na sociedade. Por isso, também é filtrar, ter a noção do tempo e do modo como o nosso trabalho impacta na vida dos outros. Enquanto os incêndios não se apagam, não é hora de questionar os bombeiros. Não ignoramos as falhas, mas estar a insistir nelas, estar sobretudo preocupado em denunciar o que não funciona, assusta as pessoas e afasta-as da antena, provoca rejeição. As televisões têm agora a preocupação de informar, de esclarecer, de ser pedagógicos, de perceber que as pessoas precisam sobretudo tranquilizar-se e confiar».
* Imagem picada daqui.
quinta-feira, 14 de maio de 2020
O género desumano e a Covid-19
Da Fundação para a Cência e Tecnologia (FCT):
“A FCT em articulação com a Secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade e o apoio da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), abriu as candidaturas ao apoio especial Gender Research for Covid 19, cujas candidaturas decorrem de 16 de maio até às 17h (hora de Lisboa) de 2 de junho de 2020.
Este apoio visa financiar projetos de investigação e iniciativas que permitam a produção e difusão de conhecimento sobre os impactos da Covid-19 nas desigualdades de género e na violência contra as mulheres e violência doméstica. (...)
Os projetos propostos devem seguir três linhas de Investigação e desenvolvimento (I&D):
Esta linha de financiamento tem prevista uma dotação orçamental de 500 mil euros (...).
O apoio é destinado a Instituições do ensino superior e seus institutos, laboratórios do Estado e outras instituições públicas de investigação, socieades científicas ou associações científicas sem fins lucrativos, Instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos, que poderão concorrer individualmente ou em parceria. A avaliação dos projetos propostos será feita por uma comissão que integrará peritos a designar pela FCT e pela CIG.”
quarta-feira, 13 de maio de 2020
Terço
segunda-feira, 11 de maio de 2020
Um cenário de ajuste direto no Covid-19


pelo Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca EPE, da Amador,a
à Mesclacenário - Promoção Imobiliária, S.A. (em 15-4-2020), por 406.000 euros.
A empresa nasceu em janeiro de 2014. Atualmente, esta sociedade anónima é liderada pela seguinte equipa: Adolfo Ribeiro («CEO e co-founder»), Rodrigo Stuart (administrador). João Paulo Rodrigues («business partner e commercial director», sic). Desconheço quando o material foi entregue. Liguei para o telefone do CEO, Adolfo Ribeiro, para saber mais nformações sobre estes contratos, mas não fui atendido.
As setas vermelhas, que coloquei, apontam para as ocorrências de risco de failure e delinquency.
A empresa refere na sua página da net ter ainda o «armazém e departamento comercial» na «Rua do Paço, 401, 4935-858 Viana do Castelo».















